sábado, 31 de janeiro de 2009
Campanha Livro Aberto
Para ampliar o acervo de livros das bibliotecas das prisões do Espírito Santo, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), por meio do programa educacional ‘Portas Abertas para a Educação’ está promovendo a campanha permanente de doação Livro Aberto.
Segundo a coordenadora do programa, Telma Regina, “as bibliotecas das unidades prisionais têm o objetivo de estimular a leitura e democratizar o acesso aos livros, além de servirem de apoio aos internos que estudam nas unidades prisionais”.
Os interessados em participar podem doar livros novos ou usados de diferentes gêneros: romance, auto-ajuda, poesia, aventura, suspense, religião, contos e similares.
As doações podem ser entregues no Balcão da Cidadania, localizado no térreo do edifício Fábio Ruschi, na Av. Governador Bley nº 236, Centro, Vitória. Para esclarecer qualquer dúvida em relação ao destino dos livros o doador pode contatar a equipe do programa educacional. Bibliotecas prisionais do Estado.
As doações podem ser entregues no Balcão da Cidadania
no térreo do edifício Fábio Ruschi, na Av. Governador Bley nº 236, Centro, Vitória
Quem tiver uma quantidade maior de livros pode ligar que a equipe se encarrega de buscar no local.
O programa ‘Portas Abertas para a Educação’ é uma parceria entre a Sejus e Secretaria de Estado da Educação (Sedu), e oferece aulas do ensino regular desde a alfabetização até o Ensino Médio, em 10 unidades prisionais do Estado.
Durante o ano de 2008, aproximadamente 780 internos frequentaram as salas de aula no estado, orientados por 53 professores. O número é muito pequeno se considerarmos que a população carcerária no estado ultrapassa 6 mil (dados de 2004) pessoas. Aumentar o número de alunos no programa é uma tarefa que a Sejus está se proponto. Cada um de nós, porém, pode fazer sua parte participando de campanhas de doação como essa.
Mais informações: http://www.sejus.es.gov.br
(27) 3132-1847 - programaeducacional@sejus.es.gov.br.
Segundo a coordenadora do programa, Telma Regina, “as bibliotecas das unidades prisionais têm o objetivo de estimular a leitura e democratizar o acesso aos livros, além de servirem de apoio aos internos que estudam nas unidades prisionais”.
Os interessados em participar podem doar livros novos ou usados de diferentes gêneros: romance, auto-ajuda, poesia, aventura, suspense, religião, contos e similares.
As doações podem ser entregues no Balcão da Cidadania, localizado no térreo do edifício Fábio Ruschi, na Av. Governador Bley nº 236, Centro, Vitória. Para esclarecer qualquer dúvida em relação ao destino dos livros o doador pode contatar a equipe do programa educacional. Bibliotecas prisionais do Estado.
As doações podem ser entregues no Balcão da Cidadania
no térreo do edifício Fábio Ruschi, na Av. Governador Bley nº 236, Centro, Vitória
Quem tiver uma quantidade maior de livros pode ligar que a equipe se encarrega de buscar no local.
O programa ‘Portas Abertas para a Educação’ é uma parceria entre a Sejus e Secretaria de Estado da Educação (Sedu), e oferece aulas do ensino regular desde a alfabetização até o Ensino Médio, em 10 unidades prisionais do Estado.
Durante o ano de 2008, aproximadamente 780 internos frequentaram as salas de aula no estado, orientados por 53 professores. O número é muito pequeno se considerarmos que a população carcerária no estado ultrapassa 6 mil (dados de 2004) pessoas. Aumentar o número de alunos no programa é uma tarefa que a Sejus está se proponto. Cada um de nós, porém, pode fazer sua parte participando de campanhas de doação como essa.
Mais informações: http://www.sejus.es.gov.br
(27) 3132-1847 - programaeducacional@sejus.es.gov.br.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Curta a Educação no 1º Simpósio de Políticas Públicas, História e Educação

Criaturas que nasciam em segredo

Reminiscência
O Simpósio acontecerá de 19 a 21 de novembro, na Ufes. Na programação, dias 20 e 21, às 12h 30min, haverá exibição dos programas Diferenças e Curta Cada Página, no auditório do IC V - Centro de Educação. Uma boa oportunidade para falar sobre cinema e educação.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Curta a Educação - Semana de Cinema e Educação
De 9 a 12 de dezembro, no Cine Metrópolis, Ufes, acontecerá a I Semana de Cinema e Educação. A exibição dos filmes será sempre ao meio dia e haverá uma conversa ao fim de cada seção. A programação é aberta ao público em geral, mas voltada aos alunos de graduação em Pedagogia e cursos de licenciatura. A Semana é uma produção do Projeto Ação Audiovisual, em parceria com a Programadora Brasil e o Cine Metrópolis. Entrada franca!
Programa
Terça - dia 9 - 12h: Diferenças (curtas)
Labirinto - de Margarita Hernandez ee Tibico Brasil
Reminiscência - de Eduardo Nunes
Patuá - de Snir Wein
O Resto é Silêncio - de Paulo Halm
Príncipe do Fogo - de Sílvio Da-Rin
Criaturas que Nasciam em Silêncio - de Chico Teixeira
Quarta - dia 10 - 12h: Curta cada Página (sobre livros, leituras e leitores)
O Homem livro - de Anna Azevedo
Felicidade Clandestina - de Marcelo Gomes e Beto Normal
Dedicatórias - de Eduardo Vaisman
A vingança da Bibliotecária - de Santiago Dellape
O Livro - de Aleques Eiterer
O Livro de Walachai - de Rejane Zilles
Quinta - dia 11 - 12h: Histórias do Cinema Brasileiro
O Homem Morcego - de Ruy Solberg
Simião Martiniano, o Camelô do Cinema - de Clara Angélica e Hilton Lacerda
Roberto - de Amilcar M. Claro
Cine Holiúdy - o Astista contra o Caba do Mal - de Halder Gomes
Como se morre no Cinema - de Luelaine Loiola Corrêa
Sexta - dia 12 - 12h:
Janela da Alma - Longa de João Jardim e Walter Carvalho
Cego Oliveira no sertão do seu olhar - de Lucilla Meirelles
domingo, 12 de outubro de 2008
Ação Audiovisual é...
Uma das características do cinema é o fato de poder ser utilizado pelo espectador como uma janela através da qual ele pode observar o mundo. Por esta janela ele pode ver apenas o que a moldura mostra (ou recorta), ou pode, também, debruçar-se em seu peitoril e olhar o que está em volta da moldura, extrapolando os limites impostos pelo recorte do filme com sua própria realidade e suas subjetividades, estabelecendo, através do filme, um processo cognitivo permanente.
Pois o que é relevante em um filme não é tanto a história que ele nos mostra ou o desenrolar da ação. Também não é o discurso narrativo em si, nem os aspectos formais de construção da narrativa cinematográfica. O que o torna importante como ferramenta pedagógica é a capacidade que ele tem de dar forma às angústias e ao cotidiano das relações humanas, mediadas pela identidade com o conteúdo, com o som e com a imagem.
A imagem nos cerca por todos os lugares. Por onde quer que circulemos no nosso dia a dia urbano, somos bombardeados por fotos, anúncios e outros códigos visuais que estão presentes nas roupas, nas marcas, nas placas de sinalização, etc. A imagem em movimento também: ela definitivamente faz parte do nosso código de comunicação e está cada vez mais presente no nosso cotidiano. Impossível fugir dos filmes, novelas, clips musicais, da publicidade. Somos cercados pelas imagens e pelos sons que as acompanham. Deixamos que penetrem em nós as mensagens que elas nos dão, mesmo sem que nossos sentidos disso se apercebam.
Enquanto que na leitura nos predispomos ao livro de uma forma totalmente diferente - nos isolamos, nos recolhemos, buscamos a concentração dos sentidos no que vai ser lido - na leitura do audiovisual, ao contrário, nos deixamos invadir pela imagem e pelo som. Somos cercados por eles e nos deixamos penetrar por eles, mesmo sem querer.
Por esse fator involuntário, somos muitas vezes assaltados por mensagens que nosso cérebro não processa completamente. A proposta do projeto Ação Audiovisual é possibilitar instrumentos para a leitura das produções audiovisuais e, conseqüentemente, capacitação para o entendimento crítico das mensagens que nos são passadas por eles. Saber o que é o cinema e o vídeo e aprender a fazer audiovisual pode possibilitar uma “desmistificação” dessa linguagem, ao mesmo tempo em que pode possibilitar um retorno à leitura e à escrita, na procura de roteiro e argumento para as produções realizadas.
Na educação, é cada vez maior o uso do vídeo e do cinema como instrumento pedagógico para a fixação de conteúdos. Mas nesse uso nos deparamos com um problema fundamental: para utilizar o cinema e o vídeo (códigos audiovisuais) na educação, é preciso que os educadores saibam “ler” esses códigos. Embora os educadores tenham perfeito domínio de ferramentas de linguagem como livros, jornais e internet, muitas vezes eles não tem como fazer uma decodificação dos instrumentos audiovisuais, embora os utilizem. Isso gera um certo “desperdício” de uma ferramenta de trabalho importante para os educadores.
O que é?
Projeto que utiliza o cinema e o vídeo, bem como todas as formas de produção audiovisual, como instrumento de educação e reflexão nas salas de aula e fora delas (associações comunitárias, ongs, etc.)
Como fazer a Ação Audiovisual?
1 Por meio de oficinas de linguagem audiovisual;
2 Por meio de exibição de filmes e vídeos acompanhados de discussões e debates
3 Por meio de oficinas de realização de vídeo;
4 Por meio de formação de dvdtecas comunitárias;
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